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quarta-feira, 1 de maio de 2013
Ioga contra depressão e ansiedade
A pesquisa confirma o efeito ansiolítico da ioga. As posturas dessa prática, que une alongamento e meditação, agem diretamente no sistema nervoso central, trazendo calma e relaxamento. Por isso é o método mais eficiente contra a depressão e os distúrbios de ansiedade.
Os cientistas relacionaram a prática ao aumento no cérebro dos níveis do ácido gama-aminobutírico, ou GABA, na sigla em inglês, um neurotransmissor que diminui os estímulos nervosos e relaxa as células ali na massa cinzenta. Pessoas com depressão apresentam uma drástica redução na quantidade de GABA.
Os pesquisadores compararam pacientes que fizeram as posturas durante uma hora com gente que passou o mesmo período lendo um livro. Logo depois, com a ajuda de exames de ressonância magnética, analisaram o teor de GABA no cérebro dos praticantes. Houve um aumento de 27% depois da sessão, enquanto que nenhuma alteração foi encontrada nos indivíduos do grupo de leitura.
Pesquisas anteriores já davam conta de que a ioga eleva os níveis de serotonina, outro neurotransmissor que também cai em pessoas com depressão. Então, é de se supor que a soma das duas substâncias serotonina e GABA resulte em uma química natural, praticamente imbatível contra a tristeza sem fim.
Já se sabe que ela funciona como um ótimo complemento dos tratamentos convencionais, aumentando as chances de cura. A prática reúne aliados de uma mente saudável, como a atividade física, a meditação e o relaxamento.
Ela tende a funcionar muito bem para quem sofre de depressão leve ou moderada, mas, quando a doença é recorrente ou muito severa, fica difícil sentir os efeitos. Segundo a tradição da ioga, a depressão e a ansiedade resultam de uma baixa na energia vital do corpo em razão da vida agitada e do estresse.
O método procura despertar a consciência e equilibrar o indivíduo para reabastecê-lo.
Fonte
Os cientistas relacionaram a prática ao aumento no cérebro dos níveis do ácido gama-aminobutírico, ou GABA, na sigla em inglês, um neurotransmissor que diminui os estímulos nervosos e relaxa as células ali na massa cinzenta. Pessoas com depressão apresentam uma drástica redução na quantidade de GABA.
Os pesquisadores compararam pacientes que fizeram as posturas durante uma hora com gente que passou o mesmo período lendo um livro. Logo depois, com a ajuda de exames de ressonância magnética, analisaram o teor de GABA no cérebro dos praticantes. Houve um aumento de 27% depois da sessão, enquanto que nenhuma alteração foi encontrada nos indivíduos do grupo de leitura.
Pesquisas anteriores já davam conta de que a ioga eleva os níveis de serotonina, outro neurotransmissor que também cai em pessoas com depressão. Então, é de se supor que a soma das duas substâncias serotonina e GABA resulte em uma química natural, praticamente imbatível contra a tristeza sem fim.
Já se sabe que ela funciona como um ótimo complemento dos tratamentos convencionais, aumentando as chances de cura. A prática reúne aliados de uma mente saudável, como a atividade física, a meditação e o relaxamento.
Ela tende a funcionar muito bem para quem sofre de depressão leve ou moderada, mas, quando a doença é recorrente ou muito severa, fica difícil sentir os efeitos. Segundo a tradição da ioga, a depressão e a ansiedade resultam de uma baixa na energia vital do corpo em razão da vida agitada e do estresse.
O método procura despertar a consciência e equilibrar o indivíduo para reabastecê-lo.
Fonte
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Depressão pode causar alterações no sono e peso e só passa se tratada
Sentir-se triste às vezes por causa de um motivo específico é normal,
mas quando essa tristeza aparece do nada e afeta a vontade de fazer
atividades simples do dia a dia, pode ser um sinal de alerta.
A tristeza tem uma causa específica e não afeta a rotina do paciente,
ao contrário da depressão, que persiste, aparece do nada e pode
prejudicar muito a qualidade de vida, inclusive causar alterações no
sono e peso, como explicou o psiquiatra Daniel Barros no Bem Estar desta quarta-feira (27).
Segundo o psiquiatra, ao contrário da tristeza que logo passa, a
depressão só passa se for bem tratada - seja com medicamentos,
psicoterapia ou outras técnicas. Caso o paciente não faça o tratamento,
ele pode perder anos saudáveis de sua vida porque perde a vontade de
trabalhar, socializar e ter uma rotina normal. Estima-se que a doença
atinja entre 5% e 10% das pessoas no país, principalmente na Região
Metropolitana de São Paulo.
Além de prejudicar o dia a dia e fazer a pessoa se isolar, a depressão
pode causar também perda de apetite, dificuldade para realizar tarefas
cotidianas, sentimentos de impotência e culpa e, em casos mais graves,
até mesmo pensamentos e tentativas de suicídio.
Por isso, a pessoa que tem esses sintomas por mais de duas semanas
contínuas devem procurar imediatamente um médico. Se diagnosticada a
depressão, ela fará um tratamento com remédios e psicoterapia, além de
outras técnicas auxiliares, como exercícios físicos, acupuntura e boa
alimentação.
A dieta, inclusive, pode também provocar sintomas parecidos aos da depressão. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern,
a falta de nutrientes, como ferro, vitamina B 12 e vitamina D, e
doenças como hipotiroidismo e anemia são alguns dos fatores que podem
afetar o cérebro. Por outro lado, existem alimentos que fazem bem para o
sistema nervoso, como as carnes vermelhas e os peixes.
Além da alimentação, existem também algumas dicas de hábitos que podem
ajudar a combater a tristeza, como recomendaram os médicos. Por exemplo,
registrar em um caderno as coisas pelas quais a pessoa é grata, anotar o
que é positivo no dia a dia e investir em boas experiências são
atitudes que, comprovadamente, trazem sensação de prazer e bem-estar.
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Depressão,
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Amanda Todd
Hoje vamos falar de outra notícia triste, que praticamente não vemos acontecer, mas que existe e está começando a se tornar comum, infelizmente.
Há três meses, uma menina de 15 anos do Canadá se suicidou, enforcou-se no quarto no dia 10 de outubro, depois de postar um video no youtube sobre como o cyberbullying prejudicou a sua vida.
Aos 12 anos Amanda foi enganada por um cara onde conversava na internet e pensava ser da mesma idade que a sua. Muito nova, Amanda deixou-se ser seduzida pelo colega de bate-papo e este a pediu para que mostrasse o peito, e o pedido foi atendido, mas mal sabia Amanda que a pessoa com quem conversava capturou e salvou sua foto.
Depois de um ano o cara pediu para que ela voltasse a se despir ou então divulgaria a foto para a família e amigos. Amanda se recusou a aceitar o pedido dessa vez e a foto foi divulgada na internet. A polícia até chegou a ir a casa de Amanda, e depois disto, sua vida na escola nunca mais foi a mesma. “Perdi todos os meus amigos e o respeito de todas as pessoas”, disse Amanda.
Amanda mudou-se várias vezes de escola e até de cidade, mas nada mudava, uma vez que se coloca uma foto na internet, torna-se incapaz de tirá-la. O agressor conseguia sempre descobrir as novas informações e criava
perfis falsos no Facebook com a fotografia de Amanda nua, tornava-se
amigo de pessoas da nova escola nesta rede social e divulgava a temida
fotografia ainda antes de a jovem ter as primeiras aulas. Amanda começou a beber, usar drogas a se cortar e desejar a morte. “Só queria morrer” diz o vídeo.
Numa altura conheceu um rapaz e recuperou algum ânimo. Envolveu-se
sexualmente com ele, para depois descobrir que este tinha namorada. E o bullying passou para a porta da escola, onde a esperaram 50 amigos do casal que a
acusaram de roubar o namorado das outras e que a agrediram fisicamente.
Chegou a casa e bebeu alvejante para se tentar matar: “Matou-me por
dentro e acreditava que ia morrer. Mas chegou a ambulância, levaram-me
para o hospital e fizeram-me uma lavagem ao estômago”. O episódio ainda
foi motivo de chacota, com colegas nas redes sociais a aconselharem
marcas mais fortes de alvejante.
Após a história de Amanda chocar o mundo, vários de jovens de diversos países começaram a postar fotos em sua homenagem. Que histórias como essas sirvam de exemplo para os agressores. A sua piada, o seu comentário de mau gosto, pode levar uma pessoa a morte. Reflita antes de fazer qualquer tipo de comentário da uma pessoa, isso pode ser muito prejudicial.
Quero prestar aqui também a minha homenagem a Amanda, que infelizmente não conseguiu suportar todas as pedras que foram jogadas em sua vida. Amanda, eu sei que não pode ler isso, mas seu falasse a sua língua, se eu te conhecesse, como eu queria poder te ajudar, dar um abraço, ficar do seu lado, você não deveria ter enfrentado tudo isso sozinha. Apesar do seu suicídio, ficará aqui no Projeto Burlive, comprovado como você foi forte, a sua insistência, a sua coragem. Amanda, você caiu muitas vezes, mas sempre levantava, sempre seguia em frente. Eu tenho certeza que hoje você é um exemplo para muitas pessoas e que apesar da lástima que foi sua morte, você ainda ajudará a salvar muitas vidas. Você se suicidou, é... Mas para muita gente, você é uma heroína.
Para informações mais detalhadas, acesse.
Daiane P.
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Ter um animal de estimação ajuda na depressão
Ter um animalzinho de estimação pode proporcionar grandes alegrias para as pessoas da casa. Um animal, seja ele gato, cachorro ou tartaruga praticamente nos obrigam a dar atenção a eles, desejando ter você como amigo, e como qualquer amigo ele gosta de brincar, de cuidados e de cafuné. Se você pegar um animal para cuidar desde filhote ele vai pensar que você é família dele, portanto, não somos apenas nós que temos um vínculo com eles, esses animalzinhos também nos consideram muito.
Um animal pode trazer muita diversão as pessoas, principalmente por serem animados e elétricos, prontos para uma brincadeira quase sempre. Quase sempre porque vai depender do animal né? Um gato por exemplo, que é bem preguiçoso, às vezes vai preferir uma massagem, mas nada é melhor do que ter um tempo com o seu bichinho, seja brincando ou fazendo um cafuné.
Cachorros
O cachorro é uma ótima opção para se ter em casa, ele é bastante companheiro, é muuuuito brincalhão e sempre está pronto para mais uma. Bastante animado ele alegra sempre a família toda.
Gatos
Muitas pessoas não gostam de gatos, muitos pelos, muita bagunça, muitos filhotes e muita preguiça também. Mas o gato também pode ser um amigo e tanto, mais lerdinho que ou outros animais ma sabe achar o caminho de casa, são mais limpos e não necessitam de tantos cuidados como o cachorro.
Passáros
Passáros são ótimos amigos, mas não tem como tê-los ali na sua mão, então se você quiser um passáro que possa fazer algo a mais do que apenas olhar compre um papagaio ou uma calopsita. Desde que o papagaio ou a calopsita estejam com vocês desde filhotes é só tomar os certos cuidados e deixá-los solto. Assim você pode fazer muito cafuné neles e enchê-los de beijo (assim como eu faço com a minha calopsita, haha).
E aqui vai uma foto do snoop pra vocês.
Uma boa vida com os seus bichinhos, seja de raça ou não, ele é o seu melhor amigo e ajuda a combater a sua depressão.
Um animal pode trazer muita diversão as pessoas, principalmente por serem animados e elétricos, prontos para uma brincadeira quase sempre. Quase sempre porque vai depender do animal né? Um gato por exemplo, que é bem preguiçoso, às vezes vai preferir uma massagem, mas nada é melhor do que ter um tempo com o seu bichinho, seja brincando ou fazendo um cafuné.
Cachorros
O cachorro é uma ótima opção para se ter em casa, ele é bastante companheiro, é muuuuito brincalhão e sempre está pronto para mais uma. Bastante animado ele alegra sempre a família toda.
Gatos
Muitas pessoas não gostam de gatos, muitos pelos, muita bagunça, muitos filhotes e muita preguiça também. Mas o gato também pode ser um amigo e tanto, mais lerdinho que ou outros animais ma sabe achar o caminho de casa, são mais limpos e não necessitam de tantos cuidados como o cachorro.
Passáros
Passáros são ótimos amigos, mas não tem como tê-los ali na sua mão, então se você quiser um passáro que possa fazer algo a mais do que apenas olhar compre um papagaio ou uma calopsita. Desde que o papagaio ou a calopsita estejam com vocês desde filhotes é só tomar os certos cuidados e deixá-los solto. Assim você pode fazer muito cafuné neles e enchê-los de beijo (assim como eu faço com a minha calopsita, haha).
E aqui vai uma foto do snoop pra vocês.
Uma boa vida com os seus bichinhos, seja de raça ou não, ele é o seu melhor amigo e ajuda a combater a sua depressão.
Daiane Primo
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Descobrir prazeres e ocupar tempo livre ajuda a combater a compulsão
Comer e fazer compras são atividades que dão prazer, mas algumas
pessoas ficam “viciadas” por essas atitudes e isso pode ser um sinal de
compulsão. Pessoas com comportamento compulsivo realizam essas
atividades sem planejamento, com urgência e necessidade, e acabam se
culpando e se arrependendo depois.
Por isso, a disciplina é fundamental no tratamento dessa patologia. Ocupar os períodos ociosos da agenda com atividades saudáveis evita com que esses tempos vazios sejam aproveitados com comportamentos impulsivos. Além disso, encontrar novos prazeres é uma alternativa para substituir as atividades que estimulam a compulsão.
Cozinhar, ir ao cinema, ouvir novas músicas, começar a freqüentar a academia, estudar ou até mesmo criar um animal de estimação são algumas das opções para evitar a depressão. Ou seja, quando você retira ou diminui da sua vida um ato que te dá prazer, você precisa de algo para ocupar e substituir esse ato.
Como a impulsividade faz a pessoa perder o controle em determinado momento, ter um amigo para conversar também pode ajudar a evitar que isso aconteça.
É importante, então, escolher alguém que não julgue e não dê bronca, mas que ajude a refletir sobre o problema e até interfira com atitudes simples, como diminuir o limite do cartão de crédito ou acompanhar nas idas aos supermercados, por exemplo. Caso esse amigo não possa acompanhar nos locais de "tentações", é preciso então evitá-los para não despertar vontades e impulsos.
Segundo o psiquiatra Alexandre Azevedo, saber diferenciar a compulsão da permissão também é importante. Por exemplo, a pessoa que vai ao shopping porque precisa de um sapato e acaba comprando vários pode ser compulsiva. Mas se ela vai já sabendo que vai gastar muito dinheiro, existe um planejamento, coisa que o compulsivo não faz, ou seja, é apenas perda de controle e irresponsabilidade.
No caso da comida, o endocrinologista Alfredo Halpern explicou que a compulsão acontece quando a pessoa come por desejo, sem limites e por necessidade. Por isso, uma das dicas é, quando ir ao supermercado, não estar com fome para não acabar comprando alimentos sem necessidade.
Além disso, fazer um diário da sua alimentação no dia a dia ajuda a recordar exatamente o que você comeu. Só o fato de parar para anotar já faz a pessoa pensar e até deixar de comer. Caso isso não aconteça, ela poderá analisar no dia seguinte se o que comeu foi dentro do normal ou exagerado.
Existe também a psicoterapia individual ou em grupo como forma de tratamento. Ela é feita baseada na reeducação através de situações, gatilhos e armadilhas. Além disso, também faz com que a pessoa discuta questões relativas ao seu problema e divida experiências com outras que sofrem da mesma coisa.
O psiquiatra Alexandre Azevedo deu algumas dicas para contornar períodos e situações que podem favorecer o comportamento compulsivo. Veja no quadro abaixo:
Para ler mais notícias do Bem Estar, clique em g1.globo.com/bemestar/
Notícia tirada do site G1.com
Por isso, a disciplina é fundamental no tratamento dessa patologia. Ocupar os períodos ociosos da agenda com atividades saudáveis evita com que esses tempos vazios sejam aproveitados com comportamentos impulsivos. Além disso, encontrar novos prazeres é uma alternativa para substituir as atividades que estimulam a compulsão.
Cozinhar, ir ao cinema, ouvir novas músicas, começar a freqüentar a academia, estudar ou até mesmo criar um animal de estimação são algumas das opções para evitar a depressão. Ou seja, quando você retira ou diminui da sua vida um ato que te dá prazer, você precisa de algo para ocupar e substituir esse ato.
Como a impulsividade faz a pessoa perder o controle em determinado momento, ter um amigo para conversar também pode ajudar a evitar que isso aconteça.
É importante, então, escolher alguém que não julgue e não dê bronca, mas que ajude a refletir sobre o problema e até interfira com atitudes simples, como diminuir o limite do cartão de crédito ou acompanhar nas idas aos supermercados, por exemplo. Caso esse amigo não possa acompanhar nos locais de "tentações", é preciso então evitá-los para não despertar vontades e impulsos.
Segundo o psiquiatra Alexandre Azevedo, saber diferenciar a compulsão da permissão também é importante. Por exemplo, a pessoa que vai ao shopping porque precisa de um sapato e acaba comprando vários pode ser compulsiva. Mas se ela vai já sabendo que vai gastar muito dinheiro, existe um planejamento, coisa que o compulsivo não faz, ou seja, é apenas perda de controle e irresponsabilidade.
No caso da comida, o endocrinologista Alfredo Halpern explicou que a compulsão acontece quando a pessoa come por desejo, sem limites e por necessidade. Por isso, uma das dicas é, quando ir ao supermercado, não estar com fome para não acabar comprando alimentos sem necessidade.
Além disso, fazer um diário da sua alimentação no dia a dia ajuda a recordar exatamente o que você comeu. Só o fato de parar para anotar já faz a pessoa pensar e até deixar de comer. Caso isso não aconteça, ela poderá analisar no dia seguinte se o que comeu foi dentro do normal ou exagerado.
Existe também a psicoterapia individual ou em grupo como forma de tratamento. Ela é feita baseada na reeducação através de situações, gatilhos e armadilhas. Além disso, também faz com que a pessoa discuta questões relativas ao seu problema e divida experiências com outras que sofrem da mesma coisa.
O psiquiatra Alexandre Azevedo deu algumas dicas para contornar períodos e situações que podem favorecer o comportamento compulsivo. Veja no quadro abaixo:
| Problema | O que fazer? |
| Tempo livre | Organize uma agenda |
| Solidão | Aumente o número de amigos |
| Notícia ruim | Compartilhe com alguém |
| Ouvir um 'não' | Tenha sempre um plano B |
| Estresse | Escolha momentos da semana para relaxar |
| Dia longo de trabalho | Faça pausas para conversar, ouvir música ou ler |
| Fim da tarde | Mantenha-se ocupado com atividades agradáveis |
| Domingo | Faça que seja o dia do lazer, sem nenhum trabalho |
| Achar-se feio | Identifique partes do seu corpo que acha bonitas e as explore |
| Supermercado | Vá sem fome |
| Shopping | Faça sempre uma lista de compras |
| Depósito do salário | Coloque as contas principais no débito automático |
Para ler mais notícias do Bem Estar, clique em g1.globo.com/bemestar/
Notícia tirada do site G1.com
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Como se desapegar da depressão
A depressão leva o indivíduo a passar todo o tempo possível em casa, sem fazer qualquer atividade. Alguns depressivos ainda trabalham, mas é por obrigação, não sentem vontade de sairem de casa para se divertirem, de assistir um filme ou encrementar alguma coisa em sua vida. Geralmente passam a maior parte do seu tempo livre dormindo.
A depressão acontece aos poucos, é importante não deixar de lado qualquer sintomas ou suspeita de depressão, pois quando a depressão se torna profunda e longa na vida do indivíduo é bem mais difícil de acabar. Se perceber os sintomas, tome uma medida logo no princípio, assim poderá dizer adeus a depressão e não sofrer muito. As pessoas perto do depressivo sofrem, o medo de ver uma pessoa querida cometer um ato contra a si mesma é enorme, contando que a doença também afeta na vida e no trabalho.
O depressivo perde a vontade de viver, então é necessário que ele ganhe essa vontade novamente, porque ele realmente para de viver. Uma dica é levá-lo a lugares o máximo possível, mesmo que não se sintam bem. Novas amizades e conversas são bastante recomendados, pois pode trazer um pouco de ânimo. Se o indivíduo for convencido ou quiser, ele pode ir em grupos de apoio ou até mesmo em psicólogos, não é uma medida exagera procurá-los logo no início, pois é a partir dai que se pode evitar problemas piores.
Não podemos previnir a depressão, mas podemos deixar com que ela dure o menor tempo possível.
Daiane Primo
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Clarisse - Legião Urbana
Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Seu filho pratica bullying? É preciso descobrir o porquê
Especialistas aconselham que os pais de crianças que praticam
bullying controlem suas próprias reações e analisem a situação ao ficar
sabendo do comportamento dos filhos.
“Respire fundo e não entre em pânico. Resista à tentação de reagir de
forma defensiva, eximindo seu filho de tal característica. Tente
entender que seu filho pode estar testando comportamentos”, declarou em
um informativo Sally Kuykendall, professora assistente de serviços de
saúde da Saint Joseph’s University, da Filadélfia.
“Os pais precisam levar em conta as habilidades sociais de seus filhos e
também se eles estão ou não imitando a violência à qual foram expostos
na mídia, na comunidade ou na própria casa”, explicou Kuykendall. Ela
sugeriu que os pais conversem com os filhos e mantenham um diálogo
constante. “Confronte as desculpas deles. Não permita que eles digam que
‘só estavam brincando’. Não deixe seus filhos culparem as vítimas ou
inventarem justificativas para os ataques”, complementou.
Em alguns casos, os “valentões” na verdade são vítimas de bullying –
atos intencionais e repetidos de violência física ou psicológica – e
estão reagindo na mesma moeda. São as chamadas “vítimas provocativas”.
“Se você acha que seu filho é uma vítima provocativa, você precisa se
envolver na questão. Vítimas provocativas correm sérios riscos de cair
em depressão, sofrer ameaças na escola e começar a usar drogas. Tente
tirar seu filho da situação para que ele não caia em uma posição de
perda de controle, quando os ataques são iminentes. Tente identificar um
adulto cuidadoso para ficar de olho no seu filho e interromper o
comportamento quando este ocorrer”, aconselhou a especialista.
Ela complementou que o acompanhamento dos filhos é essencial.
“Ensinar os filhos a tratar o próximo com respeito deve ser uma conversa
constante. Não espere dizer isso uma vez e nunca mais ter de dizer
novamente”.
(Tradução: Claudia Batista Arantes
)
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Como saber se tenho depressão?
É comum quando as pessoas se sentem tristes e sem disposição, o nosso cotidiano, nossas práticas e até mesmo o relacionamento com colegas e familiares podem nos gerar essa tristeza. Mas quando saber se essa tristeza pode estar se tornando depressão?
O témino de um relacionamento amoroso de anos, a morte de um ente querido e outros elementos resultam numa tristeza enorme, que às vezes o indivíduo sente que nunca mais vai acabar. Demora um tempo até que o ser humano possa se recuperar de um trauma, como a perda de um pai ou o afastamento de uma pessoa de que foi muito apegada. É mais do que normal que isso aconteça, pois não estamos totalmente aptos a viver sem a presença de quem nos fazia feliz.
Mas como saber se apenas estou triste ou se estou desenvolvendo uma depressão?
É preciso ficar atento a isso, pois a tristeza pode ter longa duração, mas a diferença de uma para outra é que a depressão tem a impossibilidade de realizar ações diferenciais das diárias.
Após um luto é necessário que averigue se o indivíduo está muito tempo sem sair, conversar e voltar para a vida normal. O depressivo perde completamente a vontade de realizar qualquer tipo de ação, porém ele continua a fazer as básicas, já que esta o mantém, como trabalhar, estudar e fazer faxinas. Ele recusa qualquer convite para sair, e se vai - obrigado - permanece isolado e desgostoso no ambiente.
A tristeza é passageira, e mesmo a carregando é possível se divertir de vez enquando, contrário da depressão que torna o corpo do ser humano em desânimo total. O depressivo sente muito sono e não faz nada a mais do que não precisa fazer.
É importante que a pessoa que desconfie que está desenvolvendo ou já tem a depressão procure um especialista. Mesmo que ele possa receitar remédios e a pessoa não querendo esta solução, é interessante que se vá para escutar uma opinião especialista no assunto e procurar métodos de tratá-la. Pode ser muito bom ir a grupos de apoio ou se possível em um psicológo, não sendo necessário se a pessoa tiver vontade de sair desse quadro e buscar outras alternativas de eliminá-lo.
Segue abaixo uma lista de sintomas presentes na depressão:
→ tristeza persistente
→ ansiedade ou sensação de vazio
→ sentimentos de culpa , inutilidade e desamparo
→ perda de interesse ou prazer
→ insônia , despertar matinal precoce
→ sonolência excessiva
→ perda de apetite e / ou pêso
→ excesso de apetite e ganho de pêso
→ diminuição da energia , fadiga
→ idéias de morte ou suicídio
→ inquietação , irritabilidade
→ dificuldade para concentrar-se e decidir
→ sintomas físicos persistentes sem diagnóstico
Veja também:
Os benefícios dos exercícios físicos | Sexo pode curar depressão | Saiba como elevar a sua auto-estima | Chega de depressão: sete atitudes que ajudam no tratamento
Site de pesquisa
O témino de um relacionamento amoroso de anos, a morte de um ente querido e outros elementos resultam numa tristeza enorme, que às vezes o indivíduo sente que nunca mais vai acabar. Demora um tempo até que o ser humano possa se recuperar de um trauma, como a perda de um pai ou o afastamento de uma pessoa de que foi muito apegada. É mais do que normal que isso aconteça, pois não estamos totalmente aptos a viver sem a presença de quem nos fazia feliz.
Mas como saber se apenas estou triste ou se estou desenvolvendo uma depressão?
É preciso ficar atento a isso, pois a tristeza pode ter longa duração, mas a diferença de uma para outra é que a depressão tem a impossibilidade de realizar ações diferenciais das diárias.
Após um luto é necessário que averigue se o indivíduo está muito tempo sem sair, conversar e voltar para a vida normal. O depressivo perde completamente a vontade de realizar qualquer tipo de ação, porém ele continua a fazer as básicas, já que esta o mantém, como trabalhar, estudar e fazer faxinas. Ele recusa qualquer convite para sair, e se vai - obrigado - permanece isolado e desgostoso no ambiente.
A tristeza é passageira, e mesmo a carregando é possível se divertir de vez enquando, contrário da depressão que torna o corpo do ser humano em desânimo total. O depressivo sente muito sono e não faz nada a mais do que não precisa fazer.
É importante que a pessoa que desconfie que está desenvolvendo ou já tem a depressão procure um especialista. Mesmo que ele possa receitar remédios e a pessoa não querendo esta solução, é interessante que se vá para escutar uma opinião especialista no assunto e procurar métodos de tratá-la. Pode ser muito bom ir a grupos de apoio ou se possível em um psicológo, não sendo necessário se a pessoa tiver vontade de sair desse quadro e buscar outras alternativas de eliminá-lo.
Segue abaixo uma lista de sintomas presentes na depressão:
→ tristeza persistente
→ ansiedade ou sensação de vazio
→ sentimentos de culpa , inutilidade e desamparo
→ perda de interesse ou prazer
→ insônia , despertar matinal precoce
→ sonolência excessiva
→ perda de apetite e / ou pêso
→ excesso de apetite e ganho de pêso
→ diminuição da energia , fadiga
→ idéias de morte ou suicídio
→ inquietação , irritabilidade
→ dificuldade para concentrar-se e decidir
→ sintomas físicos persistentes sem diagnóstico
Veja também:
Os benefícios dos exercícios físicos | Sexo pode curar depressão | Saiba como elevar a sua auto-estima | Chega de depressão: sete atitudes que ajudam no tratamento
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
Crie seu diário virtual aqui no blog!
Bem pessoal, o blog existe porque o conteúdo do projeto que ficava no orkut teve que ser passado para um outro lugar, já que o acesso do orkut não é mais o mesmo desde a febre do facebook. Lá no orkut nós tinhamos a caixa da superação, onde qualquer pessoa que tivesse um distúrbio ou que já tivera passado por um contava como foi a sua história ou como está sendo os seus dias. Nós decidimos passar esse diário para o blog, porque é muito importante que a pessoa tenha um lugar para desabafar e para ajudar outras pessoas a não passarem pelo mesmo problema.
Como o blog é um pouco limitado, vocês podem mandar um email para o burlive (projeto.burlive@hotmail.com) dizendo seu nome (se quiser em anônimo) e o nome que quer colocar no seu diário. Então nós criaremos um post com o nome do diário e o seu nome, onde vocês poderão escrever pelos comentários. Sua caixinha de superação ficará na aba "Caixa da Superação" e lá você poderá achar outros diários e outras histórias.
Ainda não temos nenhuma caixinha, então nos ajude a começar e tornem-se as primeiras pessoas a contarem como está sendo a sua vida e nós tentaremos te ajudar. Com a caixinha podemos tentar auxiliar e ver a melhor forma de você conseguir sair mais rápido dessa, sem contar que escrevendo você estará desabafando, e mesmo que seja mínimo, estará tirando um peso das suas costas e ttendo um lugar ao qual possa recorrer.
Espero que dê certo e que ajudem vocês!
Para uma vida de amor, Burlive.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Os benefícios dos exercícios físicos
Os exercícios físicos podem trazer benefícios não somente para o nosso corpo, mas também para a mente. Algumas pessoas fazem para a saúde, outras por estetica, e autoestima, ja ouviu falar?
Além de tornar os ossos mais fortes o exercício físico ajuda a previnir doenças, como por exemplo, a osteoporose. Isso é o que motiva as pessoas mais idosas a praticarem atividades físicas, pois as melhorias não ocorrem somente na saúde, mas também, no bem-estar da pessoa. Ele ajuda na respiração e nos batimentos cardíacos. Você já reparou que quando corre ou anda depressa demais começa a respirar mais rápido e com mais dificuldade? Isso é devido a falta de movimentação do seu corpo. Uma pessoa que faz caminhada todos os dias, tende a ter uma respiração melhor e não se cansa tão facilmente.
Segue abaixo uma lista dos benefícios do exercício físico:
→ Queima de calorias e perda de peso;
→ Manutenção da tonificação dos músculos;
→ Melhoria na circulação;
→ Melhoria nas funções cardíacas e pulmonares;
→ Aumento do autocontrole;
→ Redução do estresse;
→ Aumento da habilidade de concentração;
→ Melhoria na aparência;
→ Redução da depressão;
→ Melhoria na qualidade do sono;
→ Prevenção de pressão sangüínea e colesterol altos e diabetes.
O exercício também ajuda na mente, reduzindo o estresse e a ansiedade, e também produzindo a endorfina, substância responsável por causar sensação de bem-estar. Já reparou que quando você termina de praticar alguma atividade você se sente mais leve e mais bem com o seu próprio corpo? Isso é a autoestima e a liberação da endorfina.
Estudos mostram que uma única sessão de exercícios,
com duração de 20 ou 30 minutos numa intensidade baixa ou
moderada, leva à diminuição do desconforto da dor.
Para começar a realizar um exercício físico é importante seguir a seguinte regra: o seu limite. Cada pessoa suporta até um ponto, se você tem algum problema de saúde mais sério é um idoso ou até um criança, precisa tomar cuidado nos tipos de exercícios e na quantidade. Caso contrário ele pode ter efeito oposto a sua saúde.
Estudos indicam que o exercício pode ser tão
efetivo quanto os antidepressivos no tratamento da depressão. O
exercício aeróbio regular por 30 minutos, praticado pelo
menos três vezes por semana, pode ajudar pessoas com depressão
moderada, que relatam melhora no humor. Mesmo curtos períodos de
exercício, como uma breve caminhada, também podem desencadear
um efeito positivo imediato.
Seja por qual motivo está fazendo o exercício físico, se é por ter um corpo bonito e definido, pela saúde ou para aliviar a mente, não deixe de fazer. O exercício físico é importate para o nosso corpo e contribui para a nossa qualidade de vida.
Daiane P.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Sexo pode curar a depressão
O site tuasaude.com nos traz a notícia de que a depressão pode ser curada com o sexo. Veja os motivos abaixo:
Nada melhor para animar o espírito do que o sexo, devido ao seu efeito
estimulante sobre a produção hormonal. Alguns hormônios são absorvidos
pelas paredes vaginais, influenciando de forma positiva o sistema
nervoso.
O semém e o ato sexual produz químicos potentes e potencialmente
viciantes que provocam alterações de humor. Entre eles a testosterona,
os estrogênios, a prolactina, a hormona luteínizante e a prostaglandina.
Os estudos demonstram que o sexo monogâmico pode ser uma forma de
driblar a depressão, já que o uso de preservativo reduziria a absorção
dos hormônios pela parede vaginal.
Os hormônios regulam as funções do corpo e também a capacidade de
lidar com o estresse, por isso, sem os níveis hormonais adequados não é
possível ter um funcionamento sexual ou cerebral eficiênte, e apesar de
não ser possível controlar de forma direta as alterações hormonais,
buscar ter uma vida saudável no que diz respeito ao sexo, mas também a
alimentação, atividade física, sono e controle da pressão arterial, são
boas atitudes a tomar para buscar o equilíbrio hormonal.
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