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terça-feira, 14 de maio de 2013
Angelina Jolie escolhe retirar seios do que enfrentar câncer
"A vida está cheia de desafios. Os que não devem nos dar medo são os que podemos enfrentar e podemos controlar"
Foi o disse Angelina Jolie no The New York Times, nessa terça-feira (14). A atriz realizou uma dupla mastectomia preventiva, que é a retirada dos seios, por descobrir que tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama, e 50% de ter um câncer no ovário.
Nós sabemos que não são todas mulheres que podem fazer o teste para detectar a probabilidade do câncer e nem todas que podem fazer a mastectomia, mas queria falar sobre como Jolie foi corajosa ao tomar essa decisão. "Pessoalmente não me sinto menos mulher. Me sinto mais forte e tomei uma
decisão importante que não diminui em nada minha feminilidade" disse Angelina Jolie, mas todas nós mulheres imaginamos como deve ser difícil não ter mais nossos seios, porém, diante disso tudo, Jolie ainda escolheu viver e não deixar sofrimento para os seus filhos. "É reconfortante saber que eles não veem nada que os deixe
desconfortáveis. Eles veem minhas pequenas cicatrizes, e nada mais. Todo
o resto é apenas a mamãe, do mesmo jeito que sempre foi. E eles sabem
que os amo e que eu faria qualquer coisa para ficar com eles por todo o
tempo que puder."
Que fique de exemplo para todos vocês, a vida não é fácil, as coisas não são fáceis, mas temos que tomar decisões e estas nos levaram para a vida que iremos ter. Façam suas escolhas, escolham viver!
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Por onde você tem andado?
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
A vida é uma sorte
Não consegue ver o lado bom das coisas? Eu te ajudo. Vamos lá! Você acorda e sai lá para fora, o vento está passando lentamente pelo seu corpo e você não percebe, mas ele te refresca. Ao sair na rua você até o vê, mas não repara, é o céu, pare para olhar a sua cor, as nuvens brancas que parecem dançar, o sol dando uma tonalidade amarela para a paisagem. O céu é mágico. Se estiver em cima poderá ver a cidade, várias casas amontoadas, prédios organizados, árvores bem lá no fundo. Se estiver em baixo ainda pode ver as árvores, as flores, aquelas pétalas que se fecham ao dia e entregam a sua beleza a noite. Ainda há as borboletas exibindo suas cores e os pássaros seus cantos. O bem-te-vi afirma que viu alguém, e você deveria sorrir pela vida. Podíamos estar sem braço (e estamos), sem pernas (e estamos), com câncer (e estamos), com transtorno alimentar (e estamos), com depressão (e estamos), sem pais (e estamos), sem teto (e estamos), entre muitas outras coisas, mas temos a vida, temos sorte. A considerar que você tem uma vida, já é uma sorte.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Adrina Buzelin, uma história de superação
Uma entrevista de Adriana Lage com Adriana Buzelin
Adriana Lage: Qual deficiência possui? Como se tornou cadeirante?
Adriana Buzelin: Sofri um acidente automobilístico
lesionando a cervical (C5/C6). Acidente este que me deixou tetraplégica
por muitos anos. Na época, eu estava cursando meu primeiro curso
superior (Relações Públicas), trabalhava como modelo publicitário e
produtora de eventos. Fazia muitos comerciais de televisão e campanhas
publicitárias, participava de concursos de modelo e minha beleza física
era um fator muito importante para mim. Também estava começando a
trabalhar na área que estava cursando: sendo produtora de artistas,
eventos e bandas de rock.
Foram dois anos sem movimentos quase nenhum do pescoço para baixo e
sem nenhuma perspectiva médica que me indicasse melhora. Perdi
totalmente minha identidade, não me enxergava mais como Adriana. Porém
apesar de toda tristeza nunca acreditei que o “para sempre” existia. Por
isso, um dia, tomei a decisão mais importante da minha vida. Fazia
muita fisioterapia, porém me sentia frustrada porque os movimentos
vinham devagar demais. Estava cansada, a ponto de desistir, então
percebi que tinha duas opções: ou me entregaria à situação atual que me
fazia tão infeliz ou batalhava, com todo empenho, para ter uma vida com
qualidade mesmo em uma cadeira de rodas. Optei por continuar a fazer
muita fisioterapia, mas também batalhar para ter uma vida mais
convencional, por viver e dar rumo a minha vida!
A partir daí, comecei a perceber que meus movimentos começavam a
voltar. Já movimentava o pescoço, os ombros e os braços. Passaram-se
anos e, sem descanso e com o apoio de minha família, me tornei quase uma
paraplégica, só me faltam os movimentos dos dedos das mãos que ainda
são poucos.
Adriana Lage: Ser deficiente em nosso país não é nada fácil.
Como diria um amigo meu, é preciso matar um leão por dia e reservar
outro para o dia seguinte. Quais as principais dificuldades que
enfrentou/enfrenta no dia a dia?
Adriana Buzelin: Ser deficiente, em qualquer lugar
do mundo, não é fácil. Portar uma deficiência é difícil psicologicamente
e fisicamente, pois a meu ver está tudo interligado. A rotina do dia a
dia é realmente o mais difícil porque enfrentamos uma ausência de
profissionais capacitados para nos auxiliar. O que é corriqueiro para
uma pessoa que tem todos seus movimentos e sentidos preservados é um
desafio diário para nós.
A começar pela roupa que vestimos. As roupas são totalmente
inapropriadas. Colocar uma calça jeans é quase uma maratona e olha que
com ajuda de alguém, pois, sem essa ajuda, fica quase impossível no meu
caso. A moda inclusiva é necessária! E profissionais da moda ainda não
se alertaram que existe um nicho de mercado grande e promissor diante
deles.
Isto acontece também com os móveis e utensílios domésticos. Nada está
ao nosso alcance, nem com fácil acessibilidade. Máquinas de lavar,
fogões, geladeiras, enfim a grande parte dos objetos que usamos no dia a
dia é inacessível para nós. É outro problema na área de design de
produto.
Também não temos preços justos para o que precisamos. Cadeiras de
rodas, almofadas especiais, remédios, médicos, fisioterapia, tudo é
muito caro. Além de caro, é também difícil achar novidades que não visam
somente a reabilitação. Querer fazer algo que saia fora do convencional
é quase impossível. Poucos profissionais percebem a importância de se
atualizar. Existem melhoras, existe a possibilidade de ter qualidade de
vida e acho absurdo tentar ‘matar’ a esperança de recuperação. Está aí a
medicina batalhando para achar soluções para muitas lesões e doenças.
Enquanto estive em São Paulo, achei clínicas de fisioterapia que
investiam na recuperação e não somente na reabilitação de uma lesão
medular, como é o caso da Fisio Action. E aqui, em BH, quando voltei
encontrei este perfil na Aqua Fisio, que segue a mesma linha da clínica
de SP acrescentando a hidroterapia.
E, claro, sem deixar de citar a arquitetura. No Brasil, é impossível
comprar um imóvel que tenha estrutura para um cadeirante (cito
cadeirante porque é meu caso). Portas largas, banheiros maiores, pias e
janelas rebaixadas, dentre tantas outras coisas. Nada é projetado para a
classe deficiente. Fora de casa, piora muito! Enfrentamos ruas
esburacadas, locais sem rampas, banheiros sem adaptação, uma cidade sem
segurança e muitas pessoas preconceituosas, por total falta de
informação, existe também a ideia que a pessoa com deficiência é incapaz
para inúmeras áreas de trabalho. Muita coisa já se tornou lei, porém
não é cumprido. Haja visto que encontramos diariamente pessoas que
utilizam as vagas reservadas para pessoas com deficiência.
Adriana Lage: Nos momentos de desânimo, onde/em que encontra forças para seguir?
Adriana Buzelin: Descobri que para recomeçar era
necessário mudar conceitos e valores que até então eu tinha. Descobri
que era necessário sofrer o luto pelos movimentos perdidos e chorar a
perda deles. Afinal, era uma forma de romper com o que se foi e ter
força para começar um novo trajeto. Era necessário recomeçar e para isto
era importante descobrir que existia, mesmo não acreditando, uma beleza
em mim além da externa. Era importante me enxergar sob uma nova forma,
adquirir autoestima, conquistar minha sexualidade, me aceitar como sou e
me ver novamente bela.
Sou uma pessoa, por característica, movida a desafios. Desafios, não
obstáculos que citei acima, mas desafios que me fazem me sentir capaz.
Seria hipocrisia dizer que não sinto desânimo, porque sinto e muito;
mas, quando olho para vida e vejo o quanto ainda não fiz, me dá forças
para querer continuar e conquistar, cada dia mais, um espaço ainda
desconhecido. Daí, eu observo as pessoas que me rodeiam e vejo que
esperam sempre mais de mim. Sinto que não posso me decepcionar e nem às
pessoas que me amam. Sigo em frente e descubro que tenho muito a
acrescentar.
Adriana Lage: Sabemos que nós, mulheres com deficiência,
somos mais vulneráveis. Como podemos nos proteger da violência contra a
mulher? Quais cuidados você toma?
Adriana Buzelin: Não consigo imaginar alguma
diferença no aspecto violência contra mulheres com deficiência ou não.
Vejo, atualmente, a violência inserida em nossa sociedade com vítimas em
todas as classes sociais independente de quaisquer características
físicas diferentes. A meu ver, o que devemos, portando ou não uma
deficiência, é sempre estarmos atentas às situações que nos colocam
vulneráveis. Tem tantas coisas que não faríamos estando em condições
físicas normais; imagine com limitações?
Adriana Lage: Já sofreu preconceitos em relacionamentos amorosos por ser deficiente? O que pensa sobre esse assunto?
Adriana Buzelin: Já, claro! Principalmente no início
da minha vida como cadeirante. Acho ridículo e de uma extrema
mediocridade. Acredito que qualquer ser humano munido de preconceito não
deve nem ser considerado um ser pensante. Tenho verdadeiro repúdio a
preconceitos.
Adriana Lage: Como a arte entrou em sua vida? O que ela representa para você? Como podemos ter acesso ao seu trabalho?
Adriana Buzelin: A arte sempre fez parte da minha
vida. Meu avô paterno era maestro, minha tia cantora lírica e minha mãe
artista plástica. Dancei balé clássico por 11 anos, toquei piano por
muitos anos também, porém após o acidente, sem movimentos nos dedos e
com a necessidade de resgatá-los, comecei a mexer com argila. Foi onde
fiz minha primeira obra que, como citei, ganhou premiação.
As favelas sempre povoaram meu imaginário. Ainda garota, aos 12 anos
de idade, costumava acompanhar minha mãe, a artista plástica Iole
Marques, em visitas a favelas de Belo Horizonte. Naquela época, tinha
uma visão de menina: acha lindos aqueles labirintos com suas casinhas e
bananeiras. Através de minhas favelas-esculturas, meu nome já
ultrapassou os limites geográficos de Minas Gerais e até do Brasil.
A relação com o aglomerado tipicamente brasileiro foi reavivado ainda
no pós-acidente; enquanto fazia exercícios fisioterápicos, observava,
na janela de seu quarto, a favela do Alto Vera Cruz em Belo Horizonte.
Hoje em dia, você pode encontrá-las à venda na loja do Palácio das Artes em BH e até através do meu facebook. (www.facebook.com/adribuzelin
).
Adriana Lage: Qual o segredo para ser uma mulher tão bela?
Poderia nos contar quais cuidados são imprescindíveis para seu corpo e
alma?
Adriana Buzelin: Obrigada! Em primeiro lugar, antes
de qualquer coisa, você tem que gostar de si mesma. Eu reaprendi a
gostar de mim e a enxergar que era possível existir beleza neste novo
corpo que me foi imposto após o acidente.
Posso te dizer que se cuidar fazendo exercícios físicos, tratar da
pele e do cabelo, alimentar-se bem e ser atenta ao alertas do seu corpo,
te mantêm saudável e, por consequência, bonita Mas nada equivale à
aceitação de si mesma. Estar de bem com seu corpo te faz feliz e ninguém
que está infeliz fica belo.
Da minha alma, cuido com delicadeza. Tento ser muito doce comigo,
apesar de exigir de mim mais que qualquer pessoa que conviva comigo.
Procuro estar com os olhos abertos para vida, aberta a novas
experiências e nunca perco a esperança de amanhã estar melhor que hoje.
Adriana Lage: Você também trabalha como modelo? Fale um pouco
sobre sua carreira? O mercado da moda está aberto para pessoas com
deficiência? Qual a reação do público diante de modelos cadeirantes?
Adriana Buzelin: Tive uma oportunidade de tirar umas
fotos por pura vaidade pessoal que rendeu alguns frutos. Resolvi me dar
oportunidade de me ver através de uma máquina fotográfica e para isto
você tem que estar muito bem com seu corpo, tanto que achei as fotos
muito bonitas. Divulgada estas fotos, pessoas da área de moda me
convidaram para fazer um book profissional. Eita, surgiu um desafio e como não gosto nada de desafios, é claro, que fui tentar! rs…
Após isto, fui convidada a dar um depoimento para a revista Viver
Brasil, de outubro/2012, onde apareceu, inclusive, umas das fotos do meu
book feitos pela agência de modelos Woll de BH.
Sou considerada a primeira modelo cadeirante de Minas Gerais, porém
percebo claramente como este mercado está engatinhando. Não posso dizer
que existe ainda uma carreira como modelo porque as coisas estão
começando agora. Tenho tentado divulgar e me inserir no mercado da moda,
mas ainda tem muitas restrições. Novidade alguma dizer que fora do país
existe um mercado interessante e reconhecido de modelos com
deficiência. Até mesmo, em São Paulo, esta área começa a ser vista com
bons olhos, mas, infelizmente o mercado ainda está muito fechado e são
poucos que percebem a possibilidade de mudar o estereótipo do modelo
publicitário, afinal a reação do público tem sido boa e muitos conseguem
admirar um novo conceito de beleza.
Tem um texto de Joaquim Nabuco que expressa muito o tento dizer:
“A borboleta nos acha pesados, o pavão malvestido, o rouxinol roucos, a águia rastejantes.” Estas palavras traduzem claramente algo que nem todos veem: tudo na vida é relativo, tem diversas formas, dependendo de como enxergamos. Inclusive a beleza.
Adriana Lage: Recentemente, você realizou o grande sonho de
mergulhar. Como foi a experiência? Onde mergulhou? Quais passos um
tetraplégico deve seguir para mergulhar?
Adriana Buzelin: Aí que está: nunca sonhei em
mergulhar! Sonhava em saltar de paraquedas, mas mergulhar não. Até mesmo
por total falta de informação, eu não sabia que poderia me tornar uma
mergulhadora.
O mergulho surgiu em minha vida da forma mais linda possível. Meu
irmão, Márcio, estava de férias em Fernando de Noronha. Mergulhando de
forma recreativa, percebeu que a sensação era tão ímpar e singular que
poderia me tirar desde universo terrestre onde enfrento tantos
obstáculos físicos. Me ligou, me relatou como era fascinante estar
submerso e me fez a proposta de ir tentar fazer o mesmo.
Daí, fui à busca de escolas e profissionais que fossem habilitados em
mergulho adaptado. Foi então que me surpreendi novamente, pois, em Belo
Horizonte, não temos nenhuma escola de mergulho que se proponha a
habilitar uma pessoa com deficiência. Pesquisei na internet e descobri a
pessoa pioneira em mergulho adaptado no Brasil (HSA): Lucia Sodré.
Conversando, ela me explicou que a HSA (Handicap Scuba Association),
fundada em 1981, dedicou-se a melhorar o físico e o bem-estar social
das pessoas com deficiência através do esporte de mergulho, tendo
mergulhadores instrutores em alguns pontos do Brasil e um deles em São
Paulo. A Scafo/SP e William Palma Spinetti dão este curso especializado
para pessoas com deficiência. Qualquer pessoa com limitação física e que
compreenda as regras de segurança que envolve mergulhar podem, se com
saúde, ingressar no mergulho adaptado.
Digo que foi a melhor experiência que tive em toda minha vida. A
partir do momento que adentramos no universo do mergulho, nossa vida se
transforma; abre-se um novo olhar e aí não conseguimos viver mais sem.
Queremos, cada vez mais, ousar, experimentar, descobrir…
Fomos eu, Kleber e companheiros de mergulho para Ilha Bela – litoral
de SP. Não havia medo, não havia receio, havia apenas uma imensa
felicidade de estar ali. A sensação da água te dando liberdade e leveza
era o que sentia em meu corpo enquanto em minha mente só me trazia uma
sensação de um imenso prazer de capacidade e fascinação por poder
desvendar este novo universo que nunca sairei dele. Mesmo com pouca
visibilidade, consegui ver corais, peixes, pepinos marinhos, estrela
marinha que pude passar a mão nela. Uma estátua de Netuno, uma
carroceria de caminhão… Depois disso, percebi que minha vida não seria
mais a mesma!
Que venham as próximas viagens e os próximos mergulhos em águas
claras e quentinhas, afinal, agora possuo habilitação básica para
mergulhos internacionais. E ainda quero me especializar mais. O problema
agora é conseguir acessibilidade às cidades e hotéis do mundo,
principalmente do Brasil!
Adriana Lage: Como você definiria Adriana Buzelin?
Adriana Buzelin: Perseverante, exigente e determinada. Faço qualquer coisa pra me sentir capaz e ser feliz.
Adriana Lage: Quais serão seus próximos desafios?
Adriana Buzelin: Não sei! Eles virão e eu vou encarar, sempre!
Adriana Lage: Qual mensagem deixaria aos leitores?
Adriana Buzelin: Tente ser feliz consigo mesmo.
Trace metas e objetivos para sua vida por mais difíceis e impossíveis
que eles inicialmente pareçam. Lute por seus direitos, tente ser
independente, se esforce para ser capaz. A felicidade e a capacidade
andam juntas e são as chaves do sucesso. Se realize!
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Faça por você!
Você que não se contenta como está sua situação, sabe que precisa melhorar de alguma forma, que algo em você mesmo não está te agradando ou te prejudicando, o que lhe resta fazer é mudar, mas não mudar porque os outros dizem isso, mas sim o porque você sente que precisa, e vê essa necessidade dentro de você.
Se não houver em quem ter o apoio de acreditar, acredite em si mesmo, valorize a si, porque quando tudo acabar será somente você e você. Pois mesmo não sabendo disso, a sua maior responsabilidade é primeiramente ter auto-controle de si mesmo, cuidar-se e pensar em você, o que vier do mundo afora será lucro. Nunca se esqueça de dar prioridade a você mesmo, pois muitos nascem com essa obrigação não tendo escolha alguma. Não é egoísmo, mas sim, amor próprio. Porque se você não se amar, quem irá amar você?
Se não houver em quem ter o apoio de acreditar, acredite em si mesmo, valorize a si, porque quando tudo acabar será somente você e você. Pois mesmo não sabendo disso, a sua maior responsabilidade é primeiramente ter auto-controle de si mesmo, cuidar-se e pensar em você, o que vier do mundo afora será lucro. Nunca se esqueça de dar prioridade a você mesmo, pois muitos nascem com essa obrigação não tendo escolha alguma. Não é egoísmo, mas sim, amor próprio. Porque se você não se amar, quem irá amar você?
Denis Matsunaga
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Não desista!
Eu sei que às vezes você quer desistir porque a sociedade é horrível. Existem horas que só enxergamos o mundo pelo lado negativo, como violento e péssimo, vemos a hipocrisa, a facilidade de uma pessoa mentir e enganar um "amigo" enquanto você gagueja na frente de várias pessoas em uma apresentação. Vemos pessoas fazendo ações com objetivos benéficos a ela e não ajudando. Enquanto homens matam suas namoradas por não gostarem deles e enfermeiras trocam medicações o mundo só cai, só se mata cada vez mais; sozinho. Eu entendo que é difícil suportar esse mundo que sabe exatamente como se julgar, mas que não tem opinião alguma e não consegue compreender. Eu sei, da vontade de meter uma bala na cabeça. Mas às vezes devemos isolar esses pensamentos, não deixando de criticá-los, mas dando um espaço para que se possa respirar, para que se consiga viver a própria vida, porque por maior que seja essa vontade de desistir de tudo, a vida é nossa, e mesmo com os pontos negativos ela não deixa de ser maravilhosa. Temos que viver a nossa vida, ir atrás dos nossos sonhos, ver cada um dele se realizando por parte e sempre acreditar, sempre, que mais tarde tudo sempre melhora. Sem fé você não consegue levantar uma xícara, então acredite e vá em busca da felicidade!
Daiane Primo
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Sanduíches: eles podem ser saudáveis e as crianças adoram
Quer fazer uma criança feliz na hora do lanche? A palavra certa é sanduíche! Elas adoram. Mas existem sanduíches mais saudáveis do que outros – e saber selecionar os ingredientes do lanche do seu filho pode contribuir para uma alimentação equilibrada. A escolha certa começa pelo tipo de pão e termina pelos ingredientes. Confira as dicas abaixo.
- 1Comece pela escolha do pão
A escolha do pão deve levar em conta o paladar da criança e da família. E quanto menos processado, mais saudável é. “Um teste simples é observar os ingredientes. Se tiver muitos conservantes e emulsificantes, por exemplo, não é recomendado”, diz a pedagoga Fabiana Figueiredo, sócia do Ateliê das Ideias.
Receita de wrap com pastas de ricota com cenoura e de peito de peru
“Pães com farinha integral, sementes como abóbora, linhaça, ou castanhas costumam ser bastante saborosos e saudáveis. Não recomendamos que crianças saudáveis comam pães light ou diet. Mas elas podem comer aqueles que são sem adição de açúcares e gordura”, explica. - 2Selecione os ingredientes
Para Fabiana, a seleção dos ingredientes deve levar em conta a variedade. “Para ser considerada uma refeição, o sanduíche deve ter sempre uma ou duas proteínas (queijo, requeijão, presunto, ricota, peito de peru, atum, mortadela), e pelo menos dois legumes, verduras ou frutas (alface, tomate, cenoura, abacaxi, agrião rúcula, berinjela, abobrinha)”, explica.
Confira algumas sugestões de pães - 3Apresentação também conta
Quer fazer um sanduíche bem atrativo para o seu filho? “Corte o pão no formato de um coração, ou de um círculo (existem vários cortadores de diversos formatos para isso!)”, ensina. Ela dá outra dica: “Faça rolinhos com os sanduíches feitos de pão árabe. Ou carinhas como recheio. Deixe um buraco no pão de cima para que o recheio apareça.”
Convide o seu filho para fazer o sanduíche com você. Coloque diversos ingredientes bem coloridos na mesa e peça para que ele escolha um de cada cor. As crianças adoram a possibilidade de escolher o que vão comer! - 4Sugestões de sanduíches
. Wrap com pastas de peito de peru e de ricota com cenoura
. Pão integral com queijo minas, tomate e cenoura ralada;
. Pão sírio com homus e fatias de pepino;
. Pão sueco com uma pastinha de atum feita sem maionese (azeite, atum, cebolinha e mostarda) e tomate picadinho;
. Pão australiano com queijo prato e presunto (ou peito de peru) e alface;
. Pão de centeio com pasta de ricota com ervas e alface;
. Pão de aveia com queijo e banana;
. Pão de castanha do Pará com peito de peru e abacaxi grelhado.
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sábado, 20 de outubro de 2012
Stronger - Kelly Clarkson
Mais Forte
Sabe, a cama parece mais quente
Quando durmo aqui sozinha
Sabe, eu sonho a cores
E faço o que me dá na telha
Você acha que levou o melhor de mim
Acha que riu por último
Aposto que você pensa que tudo de bom se acabou
Acha que me deixou magoada
Acha que eu voltaria correndo
Querido, você não me conhece, porque você está completamente enganado
O que não te mata, te deixa mais forte
Te faz sentir no topo
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
O que não te mata, te torna um lutador
Deixa os passos mais leves
Não quer dizer que estou acabada, só porque você foi embora
O que não te mata, te deixa mais forte, mais forte
Só eu, euzinha e eu
O que não te mata, te deixa mais forte
Te faz sentir no topo
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
Você ouviu falar que eu recomecei com um outro alguém
Te contaram que eu segui em frente, e te esqueci
Você não imaginou que eu voltaria
Que eu voltaria com tudo
Você tenta me machucar, mas você verá só uma coisa...
O que não te mata, te deixa mais forte
Te faz sentir no topo
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
O que não te mata, te torna um lutador
Deixa os passos mais leves
Não quer dizer que estou acabada, só porque você foi embora
O que não te mata, te deixa mais forte, mais forte
Só eu, euzinha e eu
O que não te mata, te deixa mais forte
Te faz sentir no topo
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
Graças a você, eu comecei algo novo
Graças a você, eu não me resumo a um coração partido
Graças a você, eu finalmente estou pensando em mim
Sabe, no fim das contas, o dia que você terminou, foi apenas o meu recomeço
No fim...
O que não te mata, te deixa mais forte
Te faz sentir no topo
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
O que não te mata, te torna um lutador
Deixa os passos mais leves
Não quer dizer que estou acabada, só porque você foi embora
O que não te mata, te deixa mais forte, mais forte
Só eu, euzinha e eu
O que não te mata, te deixa mais forte
Te faz sentir no topo
Não quer dizer que estou solitária, quando estou sozinha
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Como reacender a 'chama da paixão'
A paixão entre vocês saiu pela porta e o amor fugiu pela janela, você pensa. Os dois não se procuram tanto mais, aquela admiração que você tinha por ele tem se perdido nas discussões, vocês preferem encontrar os amigos do que fazerem programas juntos. Fato, está na hora de acabar com isso. Mas não significa que, com isso, o relacionamento tenha que acabar.
A tão em voga sustentabilidade poderia ser aplicada aos relacionamentos, também. Em vez disso, as pessoas descartam umas às outras, sem ao menos investir em uma reciclagem. Pois relacionamentos devem ser sustentáveis e reciclados a todo o tempo para que rendam frutos.
É possível se reapaixonar pelo seu parceiro, sim. Basta um pouquinho mais de atenção à rotina. Aqui,algumas dicas para reacender a chama que anda apagadinha, apagadinha, entre vocês.
- 1Competição é saudávelSegundo entrevista concedida pelo americano Stephanie Knarr, terapeuta familiar, ao iVillage, a competição entre o casal pode ser saudável. "É uma ótima maneira de você se reconectar com o seu parceiro", dá a dica para as mulheres. "A maioria dos homens é orientado para a ação e quando você o provoca, é provável que aprenda mais sobre eles", ensina o especialista. Brinque com apostas e jogos, observe como o seu par se comporta e tire daí algumas lições para a vida a dois.
- 2Ele ainda é gato, gentil e atraente, só você não vêRelembre o que a atraiu por ele no primeiro encontro. Você acostumou a vê-lo todos os dias e, talvez por isso, não consiga enxergá-lo como antes. Mas ele pode ser o mesmo. Ao apresentá-lo a um grupo de amigos, repare na recepção e se as pessoas o veem como o gato gentil e educado que você conheceu e só você não enxerga mais. Ou você se dá conta, ou alguém pode fazê-lo por você.
- 3Sonhem e conquistem juntosOs sonhos que planejaram conquistar juntos se perderam nos primeiros meses. Pois os resgate. Ou crie novos. "Casais que têm planos, projetos e metas mútuos são mais propensos a ter um relacionamento bem-sucedido", diz Knarr. "Eu recomendo que os casais esclareçam, revejam e discutam os seus objetivos, bem como o progresso em direção a essas metas. Fazer isso é uma ótima maneira de se reconectar. Faça disso um hábito", ensina o terapeuta.
- 4Pra todo mundo verEm público, vocês parecem irmãos, primos, amigos, menos um casal de namorados ou marido e mulher. Pois no início era tudo diferente. Ao contrário, faziam questão de mostrar o amor de homem e mulher que sentem um pelo outro. Por que pararam? Mantenha o contato físico quando estiverem em público. Pequenos gestos como andar de mãos dadas, agradecer uma gentileza com um abraço mais forte ou uma declaração de amor ao pé do ouvido nunca cai em desuso. "Esta é uma maneira fantástica de reacender seu relacionamento. 'Flertar' com o seu parceiro regularmente é atender a uma das necessidades mais importantes em um relacionamento", diz Knarr.
- 5Fujam a sósEstar em um novo ambiente, rodeada por pessoas diferentes, vai lhe dar uma nova perspectiva sobre ele. "Viajar juntos é uma ótima maneira de se reconectar, especialmente se estiverem, comumente, distraídos com as famílias, as carreiras e outras obrigações", diz Knarr. Mas é você e ele. Esqueça as redes sociais, os celulares e os computadores.
- 6Deixe ele te protegerTem medo de altura? Não gosta de velocidade? Mergulhar em alto mar, nem pensar? Pois experimente fazer tudo que você não faria sozinha ao lado do seu parceiro. Perto dos seus medos, ele será um cavaleiro de armadura lustrosa e assistir à coragem que você não tem é excitante. Sentir-se protegida e orientada pelo seu par traz de volta aquele tesão que ficou na 'lua de mel'.
- 7Não ignore que ele faz parte da sua vidaA tendência da mulher independente é, a certa altura do relacionamento, achar que pode resolver tudo sozinha. Mas esta autosuficiência deve ser medida, pois é desanimador para qualquer parceiro imaginar que não faz falta alguma. "As mulheres estão acostumadas a assumir a liderança, especialmente em casa. No entanto, deixar o homem 'chefiar' alguns projetos pode ajudá-lo a se sentir bem-vindo em sua vida", explica o terapeuta. A dica vale desde as atividades mais simples, como montar uma churrasqueira ou trocar uma lâmpada, até levar o carro na oficina, coisas que algumas mulheres acabam dispensando e resolvendo sozinhas. O mais comum é ouvir reclamações sobre a falta de participação deles nas tarefas do dia a dia, mas avalie se você tem dado esse espaço.
- 8Elogio é bom e a gente gostaCertamente, você, mulher, pensa coisas boas a respeito do seu parceiro. Caso contrário, não manteria o relacionamento. Pois não guarde para si, diga a ele. Se você aprecia sua beleza, seu comportamento em determinadas situações, seu profissionalismo, não hesite em elogiar. "Eles querem ser seu heroi", entrega Knarr. "Portanto, comente sobre sua boa performance, mas na frente dele", sugere.
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11/10 Data Muito Especial!
Dia 11/10, o que tem de especial tem essa data? É... pra quem não sabe é o dia do aniversário da Daiane, a pessoa que praticamente tomou esse grande projeto em mãos e o levou para frente, e o tornando sempre o melhor possível. E é claro, sempre ajudando várias pessoas, como eu. (Moderador Denis)
Nunca fui um bom escritor, mas as vezes temos de arriscar não é?
Aqui vai uma pequena ''homenagem'' a essa grande, linda e maravilhosa pessoa que a Daiane é.
''As pessoas sempre nos perguntam o sentido da vida, mas só descobrimos quando estamos diante de perdê-la, o que é o dilema do ser humano. Muitas vezes erramos, nos sentimos desprezados como aquele brinquedo jogado no canto do quarto, e quando achamos que tudo está perdido em desespero, há uma luz pela manhã na janela, essa luz que brilha tão forte que nos faz ficar cegos de motivos, que nos faz acordar e perceber que a noite é passageira.
Os uivos dos ventos da noite, fazem nos tremer de medo mas o cantar na manhã dos pássaros nos faz sentir seguros, como aquela melodia que ouvimos e nos faz enxergar nossos problemas, há a música também que abre nossas mentes para ver o quanto temos de viver, o quanto precisamos viver...
Nada nunca foi tão fácil, nada nunca foi tão difícil, só são nossas rotinas que vem e vão, é somente o dia e a noite, nada fora do normal.. E essa minha manhã te vejo em minha janela como esperança, como o despertador da noite cheia de tristezas e lágrimas, vejo-lhe entrar pela porta como a minha calma, vejo-lhe sentar do meu lado como se fosse a minha esperança, e vejo-lhe me ajudando a levantar, pois há mais um dia que se viver, e não tem como escapar, e por mais que sempre tenha sido difícil, você apareceu todas as manhãs, deixou de dormir para logo acordar e estar lá, comigo.
Não há luz que brilhe tanto, não há luz mais calorosa e que me dê esperança quanto a sua luz, e como lhe considero minha única, verdadeira melhor amiga, título qual não se dou para qualquer pessoa. Com esse título, denominado em ambos, posso lhe dizer que lhe Amo, e não há palavras para agradecer o que você fez por mim, Obrigado Daiane, por tudo e saiba que meu sentimento por você é único e puro, novamente lhe digo que Te Amo minha cara amiga.... melhor amiga....''
De todo coração, escrevo esse pequeno ''sentimento'' por você.
E Parabéns Querida, por mais um ano de vida!
Um Forte abraço!
Ass: Denis M.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Imagens de incentivo
Oi Gente! A Jeny ta preparando um álbum com fotos das pessoas desenhando uma borboleta, para incentivar as pessoas com problemas alimentares, depressão, automutilação e outros a pararem. Não é necessário ter nenhum desses problemas para participar, basta mandar uma foto para o e-mail jeny.oliveira@hotmail.com , no facebook ou até mesmo deixar um link aqui nos comentários.
E para embalar nessa onda de fotos, vou postar para vocês algumas imagens de incentivo para verem quão bonita a vida é. Um retrato sempre chama atenção.
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